Mortos, mortos, mortos

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Dead, dead, dead, Juan Schwartz e coro de crianças de South Park | Clique no triângulo para ouvir

 

Do fascinantemente ofensivo álbum de Natal da série animada South Park, uma reflexão jubilosa sobre – digamos – a transitoriedade da vida:

Morto, morto, morto,
Um dia você estará morto
Mortos, mortos, mortos,
Um dia estaremos todos mortos

No minuto em que nascemos começamos a morrer
Morremos a cada dia um pouco mais
Jovem ou velho, rico ou pobre,
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Revelação

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A burlesca história da comemoração do Natal, parte 112

É DE CONHECIMENTO GERAL que o jeito “tradicional” que comemoramos o Natal – com árvore, Papai Noel, banquetes familiares e troca de presentes – é importação do hemisfério norte.

Menos conhecido é o fato de que essa singela tradição familiar é coisa relativamente recente mesmo na região do mundo que a criou. Durante a maior parte de sua história a comemoração do Natal foi coisa muito controversa, alvo de todo tipo de crítica e hostilidade. Os norte-americanos passaram séculos tentando reprimir o Natal de muitas maneiras (comemorá-lo chegou a ser proibido em alguns estados, e o feriado só ganhou reconhecimento Continue lendo →

Que comecem as danças

Sensibilizado com Quomodo vero, meu colega internacional de pintura digital, Greg, o Morcego Monástico de Oklahoma, fez um cartão de Natal inspirado nas Danças Descalças de Natal do Monastério.

 

Paulo,
Thank you. You have inspired another special bit of Christmas for me.
I wish some enterprising TV folks would do a TV special on the Foot Dances at St. Brabo’s Monastery.
Here is My Christmas card to you…

 

Danças Descalças de Natal – 2004: Quomodo vero

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“A Truly Heeling Experience!”
Maeve Vella, In Depth-Arts

“Squeak bla bla blump squeak squeak bla bla blump!”
Jeff Wong, cartoonist

Todo ano no dia 5 de dezembro, logo depois das Vésperas, os monges descalços do Monastério de São Brabo reúnem-se no Refeitório São Borges, depois de remover do espaçoso recinto todas as mesas e bancos. Eles estão aqui para uma tradição cujas origens perderam-se no tempo, mas que estão por certo relacionadas à ressonância natural do assoalho de madeira do refeitório: as Danças Continue lendo →

Pae e Mãe

Esta é a segunda faixa do CD que gravei para presentear meus familiares mais próximos no Natal de 2002. Ao contrário da primeira, esta é apenas instrumental.

Escrevi Pae e Mãe na tentativa de expressar a coisa mais simples e complexa de todas: o que representa para mim e em mim o amor dos meus pais. Não é pouco.

Ainda meu Roland JV-90. Esta versão é ligeiramente diferente da que gravei no CD de 2002, sendo que a maior alteração foi que acrescentei por cima de tudo uma trilha de piano, com resultados nem sempre desastrosos. Avaliado bem, hoje em dia eu teria optado por uma orquestração totalmente diferente para a música, mas lá Continue lendo →


Depositado em juízo por Paulo Brabo · Desde 2004 · Sobre o autor e esta Bacia · Leia um livro · Olhe desenhos · Versões digitais dos manuscritos da Biblioteca do Monastério de São Brabo nas Índias Ocidentais · Fale comigo · A Bacia das Almas é onde as ideias vem para morrer