O naturalista e o associacionista

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Escrevendo a seu amigo E. Hoffmann Price em fevereiro de 1933, H. P. Lovecraft descreve dois modos fundamentais (e praticamente opostos) pelos quais as pessoas reagem à natureza:

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O lado rural me toca profundamente porque sempre conheci os ancestrais campos e colinas e bosques mesmo sendo habitante da cidade. A casa em que nasci e cresci ficava junto à orla da área urbana, à distância de um arremesso de pedra dos prados ondulantes cercados por muros de pedra, casas de fazenda imaculadamente brancas, celeiros e estábulos de formato irregular, velhos pomares nodosos, florestas de Continue lendo →

POST MORTEM

à minha transcrição do depoimento de Randolph Carter.

Em primeiro lugar, a advertência: nenhum lugar é mais apropriado a H. P. Lovecraft do que o papel, e este de preferência trancafiado entre as capas de um livro cheirando a mofo e a suor de mãos estranhas e preferencialmente estrangeiras.

Outra advertência: embora mereçam talvez a classificação marginal de “contos de horror”, estão ausentes das obras de Lovecraft todas as convenções que você aprendeu a associar ao gênero. Você não encontrará aqui zumbis, lobisomens, vampiros, esqueletos atrás da porta do armário, fantasmas, possessões demoníacas ou absolutamente Continue lendo →


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