O anti-imperialismo da Bíblia • A Bacia das Almas

 

Paulo Brabo, 16 de junho de 2015

O anti-imperialismo da Bíblia

Estocado em Goiabas Roubadas

Devemos em primeiro lugar reconhecer que as grandes celebrações biblicamente inspiradas tanto das igrejas cristãs quanto das sinagogas judaicas enfocam a opressão imperial e a libertação do povo de Deus.

A Páscoa judaica comemora o êxodo da dura servidão do faraó do Egito.

As grandes celebrações biblicamente inspiradas enfocam a opressão imperial.

Hanucá celebra a libertação divina dos judeus que resistiam à primeira tentativa de um império ocidental em suprimir o modo de vida tradicional da aliança Israel-Judá.

O Natal celebra o nascimento de uma criança camponesa como a chegada do legítimo “Salvador” de um povo que tinha sido conquistado e submetido a tributação (o censo) por César, a quem o mundo inteiro já havia aclamado como o “Salvador” que havia trazido “paz e segurança” ao mundo.

A sexta-feira santa e a Páscoa cristã lembram a detenção e a crucificação de Jesus por parte dos governantes imperiais romanos, depois do que Deus o vindicou como legítimo Senhor e Salvador, em oposição ao “senhor” e “salvador” imperial.

Richard A. Horsley, em In the Shadow of the Empire

Paulo Brabo @saobrabo

Escrevo livros, faço desenhos e desenho letras. A Bacia das Almas é repositório final de ideias condenadas à reformulação eterna.

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