O advento do Scrivener

Não custa repetir: o MS Word não foi feito para escritores. Se quer escrever um livro ao invés de uma carta ou um relatório, você precisa ao mesmo tempo de muito menos e muito mais do que o MS Word foi desenhado para oferecer.

Como máquina de escrever, tenho usado o writemonkey (gratuito), e para organizar séries mais longas, o Notebox Disorganizer (gratuito). Nem mesmo o Disorganizer, no entanto, foi capaz de me ajudar a levar avante projetos mais complexos (sim, estou falando com você, Ciro).

Para levar avante projetos como esse, fiquei sonhando por mais de dois anos com o lançamento da versão para Windows do mítico Scrivener

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Minha máquina de escrever

Minhas primeiras ferramentas de escrever foram caneta e caderno; mais tarde apropriei-me da Olivetti Studio 44 que a General Motors deixou que meu pai levasse para casa.

Então, quando meu tio Carlos comprou o primeiro computador da família, ainda numa era pré-Windows, fui apresentado ao WordStar, depois ao brasileiro Fácil, que rodavam na tela escura do DOS. Passei a visitar a casa do Carlos com maior frequência, e usava o WordStar para fazer de modo mais cômodo o que já fazia na máquina de escrever: reescrever um número limitado de páginas um número ilimitado de vezes.

E no dia em que o Windows passou a habitar minha própria

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Você já abandonou o seu Internet Explorer hoje?

 

Firefox 3.5
Mais seguro, mais rápido, customizável e com mais efeitos especiais. Baixe aqui.

Google Chrome
Mais rápido, mais estável, futura sede do recém-anunciado sistema operacional da Google. Baixe aqui.

Atualização de 14 de julho
Alguns usuários indignados escreveram perguntando porque não mencionei o maneiríssimo
Opera
Rápido, leve, estável, frequentemente um passo à frente da concorrência. Eu mesmo uso tanto o Firefox quanto o Opera. Baixe aqui.

Transfira os seus favoritos para o seu novo favorito, e não olhe para trás.

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Qual é o melhor navegador?

Mais caligrafia no Inkscape

Fiz este mês dois trabalhos comerciais de caligrafia [digital] e, como eu predizia, obtive resultados superiores e mais ágeis com o Inkscape (software gratuito) do que com meu velho parceiro Painter (software comercial). É o começo de uma nova era.

Mais caligrafia com o Inkscape (clique para ampliar):

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Duplo clique

A interface do mundo é riquíssima; não apenas você pode clicar em todas as coisas, mas as próprias coisas clicam em você.

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The world’s interface is rich: you may click on anything, and things actually click on you.

Goodnight timer

Cinqüenta anos atrás imaginávamos o futuro como repleto de engenhocas projetadas para facilitar a nossa vida. Hoje em dia ninguém pensa no futuro, e vivemos ao redor de engenhocas projetadas para facilitar a nossa vida. Se a vida está mais fácil ou mais complicada do que há cinqüenta anos, cabe a Rabi Shaul julgar.

Não tenho iPod ou outro mp3 player, mas às vezes pensava em adormecer deixando o computador tocar os mp3 de Benny Goodman que não baixei da internet. Tentei uma ou duas vezes, mas me incomodava [1] deixar o computador ligado à noite inteira e [2] que

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ArtRage 2.0

ArtRage é um software de pintura digital com duas versões: uma gratuita, versão que (naturalmente) usei para fazer este teste, e outra comercial (US$ 20) com direito a mais opções e pincéis.

O programa tem uma interface simples e maneira (muito parecida com a do Sketchbook Pro), que nunca se coloca no caminho da pintura. Basta apertar o botão direito do mouse para continuar pintando sem ser atrapalhado pelas paletas de ferramentas, e mesmo quando as paletas estão aparecendo elas apagam-se magicamente quando o pincel virtual passa por cima delas.

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Curto especialmente as tintas a óleo dessa versão gratuita do ArtRage

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