A divina anarquia de Rossini

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Eu não tinha ainda 18 anos quando fui apresentado à ópera (e à língua italiana, mas essa é outra história) pela mais abençoada e anárquica (como se houvesse diferença) das mãos: Gioachino Rossini.

Rossini (1792-1868) era um homem gordinho apaixonado pela boa mesa (na Itália alguns pratos ainda trazem a magnífica marca “alla Rossini”). Rossini era um compositor que produzia melodias com a dificuldade que o resto de nós respira. Rossini era um anjo e um duende que elevou a música cômica a um nível que, é concebível

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