Manuscritos estocados sob a rubrica 'Família'
27 de Setembro de 2008

Dois minutos de Saule, Pērkons, Daugava

Família

Este documento contém clipes de vídeo que só podem ser visualizados na página da Bacia na internet.

“O sol, o trovão e o [rio] Daugava”, no encerramento do Festival de Música da Letônia, em julho deste ano. O compositor (e tecladista) é Martins Braunš; a regência é de Sigvards Klava.

Absolutamente, por tudo que é mais sagrado, assista até o final.


Depois que você apertar o botão de reprodução o vídeo pode demorar alguns instantes antes de começar a tocar. Se demorar, tente pressionar novamente o botão de reprodução depois de um intervalo; comigo funciona. Pode ser conveniente aumentar o som no seu computador e no player acima.
05 de Novembro de 2007

E naquele dia (dia)

Família

Junto com meus irmãos

Brabo no alto do trator,
novembro de 1999
[Foto: Leandro Musenek]

13 de Setembro de 2007

Tanto tempo depois e ainda 14 dias mais novo

Família

Feliz aniversário, amigo velho.

07 de Setembro de 2007

Destino

Família

Folheando os arquivos virtuais do sáite ancestry.com, minha irmã Alice encontrou o procuradíssimo registro da viagem transatlântica do nosso bisavô paterno, que trocou a Letônia pelo Brasil na última década do século XIX. Está documentado: a 5 de novembro de 1891, com 28 anos de idade, o carpinteiro Janis Purens (ou “João Purim”, que aqui aparece disfarçado de Iwan Upurim), embarcou em Hamburgo no vapor Tijucas, com destino ao Rio de Janeiro. Iwan Purens, que havia servido no exército russo em São Petesburgo e chegara (reza a lenda familiar) a participar da guarda pessoal do Czar Nicolau I (pai de Anastácia), fixou-se com outros imigrantes letos na Colônia do Rio Novo, em Santa Catarina. Ali, no pé da serra de Urubici, Janis casou-se com minha bisavó Lisete Rose; ali tiveram cinco filhos, dentre os quais Otto, meu avô; ali, incrivelmente, nasceu meu pai.

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22 de Abril de 2007

A persistência da memória

Família

Meu tio Alberto Edmundo Purim, irmão do meu pai, faleceu hoje às 18h30; o câncer pensa, tolamente, que tomou-o de nós.

O tio Alberto deixou cinco filhos e mais netos que me cabem na memória.