Fanfarra para o homem comum

 

A sombra na súbita celebridade de Paul Potts está, é claro, na possibilidade (a certeza, dirão alguns) de a fama acabar corrompendo um sujeito tão evidentemente gente boa como ele. A fama é uma gasolina implacável que queima tanto quanto ilumina; ninguém, absolutamente ninguém, escapa ileso da celebridade.

A fama quer destruir Paul Potts, quer destruir Ricardo Gondim, quer destruir o Papa, quer destruir até mesmo este pobre articulista de que ninguém ouviu falar. É preciso uma tremenda dose de integridade pessoal – e penso em exceções como Jesus, Gandhi e Madre Tereza – para resistir ao cal descaracterizador

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