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Pare tudo.
Assista quando puder o filme (este é o trailer), e retorne sem pressa à análise de meu amigo verdadeiro Manuel Anastácio:
“Lars and the Real Girl” é, para mim, a mais simpática e saudável das alegorias cristãs que já vi até hoje. É uma história de amor na acepção exposta por São Paulo no seu célebre capítulo 13 da Primeira Epístola aos Coríntios. Fosse eu professor de Educação Moral e Religiosa ou catequista, e mostraria o filme sem quaisquer pruridos na consciência aos alunos, como exemplo do que deveria ser a vida cristã.


