Para o cartaz de um encontro de mustangueiros. A idéia do Bart Simpson, da agência Segmento, era homenagear os que fazem do Mustang uma religião. Vale também a referência à capa de Turn Of A Friendly Card, talvez o melhor disco do Alan Parsons Project (“Time, flowing like a river… to THE SEEEA”).
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rubens osorio
Um dia, quando for rico, vou ter um mustang ‘67, vermelho. Ah, vou!
Lou Mello
Quando chegamos aos Estados Unidos, em fevereiro de 1987, a família armênia (que nos ajudou por lá) emprestou-nos um Mustang por algumas semanas. Depois substituiu-o por um Buick todo enferrujado. Foi uma experiência de alegria e prazer substituída por frustração misturada com gratidão. De fato não tem nada a ver com seu post, mas diz respeito a Mustang. Entendeu? Posso explicar melhor…
Bart
Obrigado pela referência, Paulo. Mas, basicamente, o que transformou a idéia em realidade foi a sua concepção artística de tribais, fogo e o carro. Pois, diante do seu primeiro esboço já foi o suficiente para uma reverência. Parabéns e obrigado.
Juliano
Uhhhhhh vândalo!!! Abraço!
Bill
Quero ter um Brabo qdo crescer, não sei se o Paulo ou um Mustang…
Bony
Engraçado… todos os grandes álbuns de rock do mundo possuem também belíssimas capas. É o caso do Friendly Card do Alan Parsons, do Phisical Graffiti do Led Zeppelin, do Sgt Peppers dos Beatles (ou ainda o Abbey Road), do Dark Side of the Moon do Pink Floyd, do Aqualung do Jethro Tull, do Pet Sounds do Beach Boys… a lista é grande.
Vale a pena escrever sobre isso Paulo, um bom disco que se preze começa com sua ilustração.
S. Henrique
PERFEITO… literalmente!
hernan
Que vai ao show do Jethro?