A tendência está aparentemente confirmada: a Bacia é leitura obrigatória dos professores que elaboram provas de concurso, não somente para cargos públicos, mas agora também de vestibular. Desta ainda não tenho comprovação oficial, mas dois amigos me informaram (um via torpedo, outro via recado do orkut – bem-vindo ao século XXI) que um de meus textos compareceu na prova principal da PUC Campinas este fim de semana.
Ainda não sei de que texto se trata (o sáite do concurso só tem para oferecer os gabaritos, não o conteúdo das provas): estou procurando descobrir via informantes originais e e-mail. Porém, sendo texto meu deve naturalmente primar pela qualidade e pelo bom gosto – para não mencionar aquela sentida humildade que é tônica de tudo que me sai da mão.
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Editado às 08h30
Meu amigo Moisés Cantos mandou-me por e-mail um scan da página da prova relevante para esta discussão. Numa das propostas de redação, os dois primeiros parágrafos de A ansiedade das coisas aparecem contrapostos ao texto de um certo José Miguel Winsk Wisnik.
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