Não se trata de granizo nem de neve nem de chuva: é a varanda do Monastério sendo invadida na tarde de ontem por abelhas assassinas, enquanto eu tirava um cochilo ao sol no outro lado da casa. Clique para ampliar.
Quando chegamos em Sorocaba, fomos agraciados com algo assim. Dirigi-me ao corpo de bombeiros informado que estariam habilitados para resolver o problema. Não consegui convencê-los que tratavam-se de milhões de abelhas, nem mesmo a irem dar uma olhadinha. Orientaram-me ao óbvio: faça uma tocha e queime-as. Com medo do estrago que poderiam fazer, vesti-me de lambreta e munido de uma tocha queimei-as. Precisei de duas tentativas para liquidá-las. Ah! Talvez pegue fogo na casa. Então é melhor ter extintor à mão, caso resolva tentar. Elas costumam atacar seus agrassores. Como você pode ver, isso é privilégio dos chamados e escolhidos, diria Calvino.
Você coloca umas coisas: uma toca de banho ou de cozinheira de lanchonete, por cima de uma toca que cobre todo o rosto e sobra os buracos dos olhos. Óculos de mergulho e, em cima, um chapeu Indiana Jones. Moleton, calça e blusa de manga comprida, calça jeans básica e blusão de couro uruguaio com ziper fechado até o pescoço e golas levantadas. Por dentro da gola, um lenço argentino. Botas de lavar peixaria, até os joelhos e luvas. Melhor dois pares, sendo uma de couro. Pronto, você está parecendo uma lambreta.
Tive um episódio de invasão, inclusive com agressão por parte delas (diferente do Lou, que as agrediu gratuitamente, malvado!). Postarei, no devido tempo, no “O Tempo Passa” e usarei uma destas fotos como ilustração. Tudo bem?
Duas coisinhas mais: 1) blusão uruguaio e lenço argentino são essenciais. Essas abelhas são de um tipo raro e não adianta usar nada paraguaio. 2) Não sou mau. Às vezes precisamos matar para defender a família. Por isso, não acredito em justiça humana ou em um Deus justo.
Silvana
Oba, mel em casa! =d
Agora falando sério: que tal chamar alguém pra tirar essa colméia do seu telhado?
Luiz H. Mello (sempre Lou)
Quando chegamos em Sorocaba, fomos agraciados com algo assim. Dirigi-me ao corpo de bombeiros informado que estariam habilitados para resolver o problema. Não consegui convencê-los que tratavam-se de milhões de abelhas, nem mesmo a irem dar uma olhadinha. Orientaram-me ao óbvio: faça uma tocha e queime-as. Com medo do estrago que poderiam fazer, vesti-me de lambreta e munido de uma tocha queimei-as. Precisei de duas tentativas para liquidá-las. Ah! Talvez pegue fogo na casa. Então é melhor ter extintor à mão, caso resolva tentar. Elas costumam atacar seus agrassores. Como você pode ver, isso é privilégio dos chamados e escolhidos, diria Calvino.
hernan
Deixe as bichinhas se instalarem. Daqui a pouco elas vão embora por conta própria.
Silvana
“Com medo do estrago que poderiam fazer, vesti-me de lambreta e munido de uma tocha queimei-as.”
Como é um traje de lambreta?
hernan
Também quero saber.
Luiz H. Mello (sempre Lou)
Você coloca umas coisas: uma toca de banho ou de cozinheira de lanchonete, por cima de uma toca que cobre todo o rosto e sobra os buracos dos olhos. Óculos de mergulho e, em cima, um chapeu Indiana Jones. Moleton, calça e blusa de manga comprida, calça jeans básica e blusão de couro uruguaio com ziper fechado até o pescoço e golas levantadas. Por dentro da gola, um lenço argentino. Botas de lavar peixaria, até os joelhos e luvas. Melhor dois pares, sendo uma de couro. Pronto, você está parecendo uma lambreta.
Luiz H. Mello (sempre Lou)
Se preferir, use uniforme completo de goleiro de hoquei.
Silvana
“Blusão de couro uruguaio”, “lenço argentino”?! Mas essa lambreta é muito chique!
rubens osorio
Tive um episódio de invasão, inclusive com agressão por parte delas (diferente do Lou, que as agrediu gratuitamente, malvado!). Postarei, no devido tempo, no “O Tempo Passa” e usarei uma destas fotos como ilustração. Tudo bem?
hernan
O Lou é um menino mau.
rubens osorio
Tá postado, mas não usei as fotos. Não sei como fazê-lo, info-ignorante! Passem lá
Luiz H. Mello (sempre Lou)
Duas coisinhas mais: 1) blusão uruguaio e lenço argentino são essenciais. Essas abelhas são de um tipo raro e não adianta usar nada paraguaio. 2) Não sou mau. Às vezes precisamos matar para defender a família. Por isso, não acredito em justiça humana ou em um Deus justo.
Silvana
“Blusão uruguaio e lenço argentino são essenciais. Essas abelhas são de um tipo raro e não adianta usar nada paraguaio.”
Enfim, são abelhas VIP que só respeitam gente bem trajada.