Sobre o seu texto os rumores a seu respeito.
O coletivo sempre é distante, tem a visão ofuscada, não conhece nem pode conhecer a realidade.
Apenas o indivíduo pode aproximar-se da realidade objetiva e subjetiva (externa e interna) da existência de um outro ser, o que demanda não apelas tempo como também intensidade de interações numa relação de confiança. Esta interação plenamente sincera, suficientemente intensa e necessariamente desapressada entre dois indivíduos é aquilo que aqueles entre as massas não conhecem, a Amizade.
Conselho de amigo: nunca confie no coletivo, ele não pode ver em você-indivíduo nada além de uma imagem falsa; e cuidado, se o coletivo o convencer desta imagem você estará perdido, seja você um artista, um líder ou alguém em uma família de três pessoas. O coletivo é invariavelmente uma farsa, não se deixe impressionar por ele.
Quando pautadas na relação de confiança da Amizade as interações entre indivíduos – como a irmandade, o casamento, a paternidade, a filiação, o discipulado e, em nossa perspectiva humana, a adoração – são então uma oportunidade de aperfeiçoamento pessoal e uma forma de verdadeiro auto-conhecimento.
Fui.


