SOBRE COMO O MONASTÉRIO RETOMOU AS SUAS ATIVIDADES DA VIAGEM SENTIMENTOS DE GRATIDÃO
Com uma decorosa matinal ecoando docilmente pelos gramados molhados, o Monastério de São Brabo retomou oficialmente suas atividades na manhã deste domingo, depois do rigoroso jejum de três semanas da Cordelorum Expeditione.
Sobre a viagem em si terei muito ainda a dizer nas semanas que seguem, por isso pouparei por enquanto de qualquer detalhe o leitor impenitente da Bacia, talvez já exaurido da recente monomania do cordel. Bastará que se diga que, no que diz respeito ao que nos propomos fazer, a Expedição foi um retumbante e uníssono sucesso – e continuará, estou certo, a se mostrar frutífera em áreas e projetos individuais e conjuntos cuja natureza não sou capaz ainda de discernir.
Se estou cansado da viagem? Sim. Não. Garantem-me o Julian e o Ivan que nada mais será como era depois da Expedição Cordel e às vezes creio inteiramente neles, mas não sou capaz de dizer ainda de que forma e em que sentido. Interessam-me ainda as pessoas mais do que qualquer coisa, tanto os romeiros e cavaleiros que conheci no percurso quanto os fidelíssimos escudeiros que protegeram na minha ausência a integridade da Bacia.
Como sempre e em todas as coisas, nenhum sentimento convém mais do que a gratidão.


