Outro dia eu estava jogando de bola com o Arthur, que andou tendo umas aulas com o Dinho e já chuta melhor do que eu (o que, neste caso específico, não é tão notável assim).
– Nossa, que chutão, cara! – eu disse em determinado momento, e era verdade.
Segundos depois foi a vez dele me elogiar (não era verdade):
– Nossa, que chutão, cara! – ele disse.
E, dois segundos depois, como se eu não estivesse realmente prestando a devida atenção:
– Tá vendo como eu também falo cara?
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Alice
Voce viu que ele (com 3 anos) também fala cara?
Paulo [brabo!]
As más companhias detonam com os bons costumes.