O Paulo Henrique, meu amigão de Redimido pela amizade, e a esposa Ana Lúcia, em fotos que tirei na minha visita de fevereiro.

Os filhos, Thiago (2 anos) e Leonardo (4), parando por uma fração de segundo de pular freneticamente nas camas elásticas do shopping, só para posar para a foto.

A família reunida no parque Vitória Régia, onde fomos dar biscoito para os peixinhos.

(fotos postadas com permissão;)
Apesar do assombroso calor (do qual eu não me lembrava mais), meu reencontro com o Paulo em Bauru teve o ar tranqüilo, reparador e incrivelmente alto-astral de um último capítulo de novela. A Ana e as crianças formam com o Paulo Henrique um bonito círculo que abriu-se de bom grado para me abrigar durante dois dias muito compensadores. Fui tratado muito melhor do que merecia (mas agradeço) e muito melhor do que posso retribuir (mas quero).
Preciso mencionar o frango, as corridas com a Belinha, a Supertiro, o Bauru original que comi pela primeira vez (com rosbife e picles e tomate e orégano e queijo derretido na água), as espadas, o Leo me mostrando todas as salas da escola, os passeios de carro por lugares que eu não reconhecia mais, a capoeira, as conversas à mesa, a mesa, a Lu, os desenhos que todos fizeram, o Paulo cantando para os meninos dormirem e a Ana Lúcia cantando para o Leo na minha janela, os tiros na formiga da Lindinha e os incontáveis prédios que construímos e destruímos.
Mais significativo do que tudo que fizemos, eu e o Paulo, foi estarmos juntos, saboreando a bondade do destino em nos permitir repartir novamente a mesma sala e reiterar as mesmas lealdades.
O rosto do meu amigo, ostentando ainda o meio-sorriso metade-malandro/metade-otimista de que me lembro dAqueles Dias, mudou muito pouco em mais de vinte anos. Só posso também agradecer, porque depois de tanto tempo o menino de ontem e o amigo de hoje (diferentes mas estranhamente o mesmo) dão-me ainda motivo para sorrir e esperar com otimismo.
Combinado, amigo velho. Da próxima vez, ostras.



Alice
Isso Paulo (de Bauru), ensine o Paulo (brabo) a apreciar ostras. Como ele mesmo diria: “Dilissa!”
Luciana Fernandes
Em poucas palavras “MARAVILHOSO” … Nunca imaginei que uma amizade tão linda e sincera realmente poderia existir, como lhe disse Paulo, procuro imensamente a única e mais marcante amizade que tive, “Kelly” – infelizmente não a consegui encontrar ainda, mas ler suas palavras mantem a chama de uma velha amizade ainda acesa… Ter vc conosco foi maravilhoso!!!
Bony
Paulo Roberto Purim… caro amigo.
Encontrei dois amigos de infância – graças ao Orkut. Havia 17 anos que não nos viamos e tivemos um reencontro fenomenal, recheado de fotos e histórias sem fim. Maravilhoso.
Na semana passada encontrei o Edu… foi incrível pois passamos mais 4 horas lembrando os dias em que éramos felizes e não sabíamos.
Só falta reencontrá-lo…