Assisti recentemente alguns episódios do seriado norte-americano Lost. O conceito me lembrou, em alguns pontos importantes, minhas Anotações para um seriado de ficção científica.
Nesta quinta-feira ligou-me o Paulo de Bauru, por puro cavalheirismo, só para saber como estou.
É quase dezembro e tivemos por duas vezes de acender o fogão de lenha esta semana. São as surpresas do esquecimento global – que, se tudo der certo, vai levar a uma nova era glacial.
Uma mulher que conheço sonhou esta semana que encontrou dentro de casa um bebê (menos de dois anos), em pé olhando para o televisor. Ela correu e apertou e abraçou e beijou e acolheu o menino, mas para sua consternação descobriu no momento seguinte que ele havia saído de dentro da televisão. Alguém da televisão falava com o bebê e interagia com ele. Como o bebê estava sem fralda e podia molhá-la a qualquer momento, e no fim das contas não lhe pertencia, essa senhora fez o que achava certo e devolveu-o para a televisão.
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