Descobri recentemente, a partir de alguém que me dirigiu a esta página (também confirmada nesta), que existe esperança para CDs riscados que fazem a música “pular” na hora da reprodução. Na maior parte dos casos, um CD danificado por riscos (leves) ou marcas (leves) de batidas pode voltar à vida em dois minutos ou menos: basta polir a superfície danificada… com polidor de metais.
Eu usei o polidor recomendado no artigo, da marca Brasso, fabricado no Brasil pela Reckitt Benckiser (a latinha de 200ml custou 6 reais) – mas estou supondo que qualquer produto semelhante valha o risco (também literalmente).
O método serve para reparar tanto CDs de áudio quanto de dados. Traduzido da página que mencionei:
Os engenheiros tem usado Brasso para polir plásticos desque ele foi lançado para polir metais (…).
Use o polidor da forma usual. Uma gota ou duas são normalmente suficientes. Esfregue a área afetada com um pano macio, até que a marca desapareça quase que por completo. Marcas de batidas devem ser polidas radialmente (isto é no sentido do raio do CD, não da sua circunferência). Os riscos desaparecem melhor quando esfregados no sentido do próprio risco. Os riscos normalmente não precisam desaparecer por completo: basta limpá-los até que o laser seja capaz de enxergar através dele.
Termine deixando o polidor secar na superfície, depois use outro pano macia para removê-lo.
Quando tentar reparar um risco que você acredita que está fazendo o seu CD engasgar na hora da reprodução, tenha em mente que os riscos perpendiculares em relação à circunferência do CD normalmente não causam problemas. Tenha também em mente que CDs tocam de dentro para fora, então um problema numa das primeiras faixas do disco deve estar mais perto do centro do que da borda.
Segui as instruções e funcionou. Alan Parsons e Vivaldi cantam para mim como novos.
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TESTADO E APROVADO PELA OFICINA EXPERIMENTAL DA BACIA DAS ALMAS




