Um sujeito sobre o qual não se sabe muita coisa desenvolveu uma metodologia mais ou menos fortuita para dar notas às bandeiras dos diferentes países do mundo.
Os critérios semi-sérios utilizados na avaliação:
Regra 1. Não escreva o nome do seu país na sua bandeira.
Regra 1a. Não escreva na sua bandeira.
Regra 1b. Não escreva algum slogan estúpido na sua bandeira.
Regra 1c: Se for escrever algum slogan estúpido na sua bandeira, não o faça numa língua viva.
Regra 2: Não coloque um mapa do seu país na sua bandeira.
Regra 2a: Não coloque desenho nenhum na sua bandeira.
Regra 3: Não use bandeira de três cores a não ser que esteja na Europa.
Na classificação final, como sugerem as regras, os designs simples foram premiados. Em primeiro lugar, com nota 90 (de 100) ficou a bandeira da Gâmbia. O sol nascente do Japão mereceu nota 87, arrebatando o terceiro lugar. Clássicos como a bandeira italiana passaram por média, com 70; a americana escapou com 60.
A fatalidade é que na classificação geral a bandeira brasileira – o lábaro que ostentas estrelado, e diga o verde louro desta flâmula – ficou na lanterna quase absoluta, com nota 35 (“original com seu mapa celeste, mas atroz: a pior bandeira que qualquer nação independente”), à frente apenas das bandeiras de Guam, das Ilhas Virgens e das Marianas Setentrionas – e atrás de híbridos como a das Ilhas Falkland, de Ruanda e das Ilhas Fiji.
Portugal, uma das minhas eternas favoritas, angariou meros 40.
Confira a classificação geral.
A bem-humorada metodologia (em inglês).



Roberto Bobrow
No te preocupes Paulo; es tan arbitrario que a la Argentina le puso “good colors” y a los centroamericanos que la imitaron (porque un corsario anduvo bombardeando a los españoles por allá) les puso “bad colors”.
¡Feliz Año Nuevo!
Paulo Brabo
É como eu vivo dizendo, Roberto: nada mais tendencioso do que uma opinião.
Feliz Ano Novo também pra você.