
“É evidente que as pessoas não querem a guerra. Mas no final das contas são os líderes do país que determinam a política, e é sempre uma simples questão de levar de arrasto a população, quer se trate de uma democracia, uma ditadura fascista, um parlamentarismo ou uma ditadura comunista. Com ou sem voz, sempre é possível levar as pessoas a obedecerem os seus líderes. É muito fácil. Basta dizer-lhes que estão sendo atacados, acusar os pacifistas de falta de patriotismo e expor o país a um perigo maior”.
Herman Goering, comparsa de Hitler, durante o julgamento de Nuremberg

“Of course the people don’t want war. But after all, it’s the leaders of the country who determine the policy, and it’s always a simple matter to drag the people along whether it’s a democracy, a fascist dictatorship, or a parliament, or a communist dictatorship. Voice or no voice, the people can always be brought to the bidding of the leaders. That is easy. All you have to do is tell them they are being attacked, and denounce the pacifists for lack of patriotism, and exposing the country to greater danger.”



Pacificador
Bush está no seu ocaso político, mas as forças fundamentalistas e reacionárias de uma extrema direita religiosa continuam firmes.
Passa o bufão ridículo, mas ficam os feiticeiros que o manipularam para deixar o mundo menos seguro.
Cada vez que aportar um estadunidense por aqui pregando que o mundo será resgatado pela moralidade sexual e defendendo os “valores” da família, devemos imediatamente perguntar se ele votou em George W. Bush.
Se disser que sim, a gente deve ter esse filminho pronto na tela do celular ou de um Ipod e mostrar para ele.