03 de Novembro de 2005

A segunda virtude que abandonei

Apresentado sem comentários por   Paulo Brabo

 

Estocado em Fé e Crença, Recomendações

O Evangelho Maltrapilho

Quando mencionei a primeira virtude que abandonei, há alguns meses atrás, fiquei logo tentado a mencionar a segunda, mas sabia que seria mais prudente aguardar a publicação deste livro.

Para entender a segunda virtude falha de caráter da qual abri mão, é necessário um livro inteiro: O Evangelho Maltrapilho, de Brennan Mannigan, publicado recentemente pela Editora Mundo Cristão, com tradução deste que vos fala.

“Dito sem rodeios: a igreja evangélica dos nossos dias aceita a graça na teoria, mas nega-a na prática. Dizemos acreditar que a estrutura mais fundamental da realidade é a graça, não as obras — mas nossa vida refuta a nossa fé.”

O assunto de Mannigan é o impensável, inconcebível, inengulível escândalo da graça. O Deus do evangelho, resume o autor em determinado momento, é o único Deus conhecido pelo homem que comete a falta de decoro profissional de amar os pecadores. “Falsos deuses — criados pelos homens — desprezam os pecadores, mas o Pai de Jesus ama a todos, não importa o que façam. Isso é naturalmente incrível demais para aceitar”.

Para o cristão impenitente, há apenas dois livros cuja leitura posso de fato recomendar fora a própria Bíblia: O Jesus Que Eu Nunca Conheci, de Philip Yancey, e O Evangelho Maltrapilho de Brennan Manning. Indispensável e inesperada luz para os desgastados caminhos de Jesus e sua graça.

A primeira virtude que abandonei foi a minha obsessão de agradar as pessoas. A segunda, minha obsessão de agradar a Deus.

Leia também:
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O primeiro capítulo de O Evangelho Maltrapilho – em formato PDF
A estranha tese de um judeu errante que não errou uma



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