Numa crise doméstica grave há sempre (1) a pessoa que assume – aquela que toma a situação sobre os ombros, explica o que deve ser feito, distribui tarefas, faz os telefonemas e coloca em movimento o que precisa ser colocado. Há, por outro lado, (2) a pessoa que ajuda a pessoa que assume.
Historicamente, sempre fui (2) a pessoa que ajuda a pessoa que assume.
Toda espécie de liderança me deixa perplexo, especialmente a minha própria. Minha tendência natural, ainda maior do que questionar a liderança, é fugir dela.





