Manuscritos estocados em Janeiro do Anno 2005 de Nosso Senhor
31 de Janeiro de 2005

Shockheaded Peter

Recomendações


Olivier”>>Prêmio de MELHOR ENTRETENIMENTO nos Awards de 2002

“chocantemente engraçado… um dos espetáculos imperdíveis da década.”
The Guardian

“Sombrio, inventivo, insano, travesso, original, hilariante e uma obra de gênio. Empenhe a sua avó, leiloe o gato, mas você não vai querer perder Shockheaded Peter.”
San Francisco Chronicle

O premiado e louquíssimo Shockheaded Peter, musical criado pelo meu chapa britânico Julian Crouch em parceria com Phelim McDermott, abre dia 11 de fevereiro uma nova temporada em Nova Iorque.

Minha vó tem 92 anos e é mais lúcida do que eu, e quem conhece o meditabundo gato do Monastério sabe que ele deve valer alguma coisa. Ouvi alguém dizendo 10.000 dólares? 12.500?

Schockheaded Peter fica em Nova Iorque até primeiro de maio.
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This winter Schockheaded Peter returns to New York, featuring The Tiger Lillies and the Original London cast.

In the spirit of Tim Burton and Edward Gorey comes Shockheaded Peter, a hilariously gruesome musical staging of a classic 19th century children’s book. The London smash hit and Olivier Award winner, Shockheaded Peter has beguiled and horrified audiences worldwide. And it arrives in NYC with the original British cast, featuring London’s favorite underground cabaret act, The Tiger Lillies. Young Harriett and her pyrotechnic tendencies, little Conrad and his insatiable thumb-sucking, and many others come to gleefully gory ends in this acclaimed import which was hailed by London’s The Guardian as “one of the must-sees of the decade. Recommended for ages 10 to 110. Children under 4 years of age will not be admitted into the theatre.

30 de Janeiro de 2005

É real

Brasil, The Net

Achei esta página num sáite que tece comentários estético-político-filosóficos sobre papel-moeda de diferentes países do mundo.

O Brasil está lá, e o texto diz assim:

Uma belezura, esta aqui. Dado ao baixo valor, arrisco dizer que essa deve ter saído depois de um catástrofico período de hiperinflação e desvalorização – mas, como estamos falando do Brasil, essa não é exatamente uma dedução muito intrépida ou brilhante. Porém quando a nota diz UM, normalmente significa que eles tiveram de zerar o velho contador monetário.

29 de Janeiro de 2005

Stab At Mater’s Lion Dei IV

MP3

When Mons Greedan left The Antlers in 2001 he said he was up to create a new band like “no other”. Well, he was serious about it. Stab At Mater defies sane labeling. The Rolling Stone magazine called Stab a “minimalist Toto”. The definition is both apt and unfair – to both groups.

Stab At Mater mingles Toto’s all-encompassing ambition with a mesmerizingly iconoclast approach. Don’t get me wrong. Stab doesn’t want to be funny. These guys don’t want to be serious. In fact, I honestly doubt they want to be antyhing at all. I do know they don’t want to be labeled.

Hefty Lion Dei, Stab At Mater’s latest release, brings all the anarchical earmarks of the group’s previous releases, and then some more. This would be an easier album to review if the tracks showed at least a slight connection one to another. Well, they don’t.

Apart from the Alan Parson’s Project-like “theme-album” approach, Lion Dei is as fragmented and uneven as a James Joyce laundry list. Sure, all “Lion Dei” songs in the album share a similar musical theme, but each version receives such a diverse, surreal treatment that it’s difficult to believe that the same minds and hands worked on their arrangements.

Lion Dei is a failed attempt to create a post-modern musical anarchy, but a notable attempt at that. Worse than the sum of its amazing parts, Lion Dei is still amazingly fun.

Download da música (mp3, 4.7 MB):
Lion Dei IV

Ouvir em transmissão contínua (mp3, streaming):
Lion Dei IV

28 de Janeiro de 2005

Comentário do Ano: 2004

Pormenor

Depois de não muita deliberação o Conselho (que sempre se reúne-se às pressas) achou mais engraçado decidiu conceder o prêmio de Comentário do Ano de 2004 às hilárias oportunas reflexões do Ricardo sobre o conteúdo do artigo O egoísta esclarecido e a prosperidade universal.

No ponto de vista filosofico sua colocacao esta otima, no ponto filo-regioso o certo seria ama teu pai acima de tudo e o demais o sera acrescentado… vc parece ser egoista e so olhar pro seu nariz eu acha que a sociedade precisa de pessoas que tenha uma visao mais ampla que a sua… mas como ja nos acostumamos com a mesmi – se essa sua coluna serve…

Obrigado, Ricardo, pelo comentário que mais me levou a bater a cabeça na parede refletir em 2004, e por tirar tão brilhantemente a Bacia dessa mesmi – se. O Comentário do Ano de 2004 é seu.

Você pode retirar o seu prêmio aqui no Monastério. Você mere – se.

27 de Janeiro de 2005

Mais de uma

1984

– Quer uma bala? – ofereceu meu tio Donald.

Estávamos no seu escritório na Perkons, e ele me explicava sobre o projeto que anos mais tarde se concretizaria no Lince, aquele controlador de velocidade que fica pendurado nos postes regulando a sua vida, e que transformou magicamente em vias morosas as vias rápidas da cidade.

Quando aceitei, ele colocou sobre a mesa uma jarra imensa de vidro cheia até a boca de balas – de revólver.

– Tiradas das lombadas eletrônicas – ele disse.