Não sei se ainda está em vigor, mas no meu tempo quem chegava por último era mulher do padre. Hoje acho engraçado, porque o foco da competição ficava sendo o último, não o primeiro lugar. O jogo© era não ser excluído da normalidade. Mesmo assim, só o perdedor era celebrado.
Pensando bem, é uma forma generosa de se enxergar uma competição – uma corrida em que todos ganham exceto um, e quem perde é que fica famoso: o último, o desprivilegiado, o marginal – a mulher do padre.
Não confundir com Voltaire, que sonhava em enforcar o último rei com as entranhas do último padre.




