A frente (que na verdade era os fundos) do sobrado em que morávamos em Bauru.

A foto foi tirada recentemente pelo Paulo Henrique.
Ver de novo uma imagem do velho sobrado despertou em mim uma multidão de memórias (minha irmã dormindo naquele quarto de janela aberta depois de chegar do Objetivo, ouvir Crying e Superfantástico e We Are The World na única rádio FM da cidade, rascunhar histórias de ficção científica na máquina de escrever do pae, meus amigos de rua, os gêmeos Sérgio e Sílvio, que moravam na transversal), mas pode ser mais interessante ouvir as lembranças despertadas no próprio Paulo quando visitou o lugar esses dias para tirar a foto.
Indo até o sobrado me lembrei de ter entrado uma vez em sua casa, talvez para estudarmos juntos, e ter visto algo conectado em seu telefone e, então perguntei o que era, e você me respondeu que era para gravar a voz de sua irmã que estava, creio eu, em Curitiba, achei o máximo aquilo. Interessante também é o fato, de eu não ter muito talento para desenhos e, quando tenho que desenhar alguma coisa, por algum motivo, sempre desenho o BIDU – um cachorrinho que aprendi (copiei) com (de) você.
Lembrança, meu amigo, que o tempo não apaga.



Alice
A casa está mostrando o tempo que passou desde que moramos lá. Ela nem parece a mesma. Falta o verde dos vasos de planta da mãe que inundavam qualquer canto disponível.Falta o estilo de vida que a casa tinha quando moravamos lá. Sinto saudades daqueles tempos. Não gosto muito da casa agora.
De qualquer maneira, muito obrigada, Paulo (de Bauru) pela gentileza e pelo esforço de tirar a foto. Acho que não tínhamos nenhuma foto do sobrado, do lado de fora. Uma abraço.:smile:
Paulo [Bauru]
Paulo e Alice, que bom Bauru proporcionar-lhes boas lembranças.