O fazendeiro sabe algo que toda a humanidade civilizada parece ter esquecido, a saber, que os recursos da vida no planeta não são inesgotáveis. [...] Quando o homem civilizado destrói em vandalismo cego o ambiente natural que o cerca e sustenta, está ameaçando a si mesmo com ruína ecológica. . . Ele é o último a perceber o quanto esse processo bárbaro causa dano à sua própria mente. [...] Como se pode esperar que os mais jovens desenvolvam um senso de reverência e assombro pelo que quer que seja quando tudo que vêem ao seu redor é feito pelo homem – e ainda com a qualidade e o acabamento mais inferior?
Konrad Lorenz, ganhador do Prêmio Nobel de Fisiologia e Medicina em 1973
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