Tem também a história do príncipe que achava injusto morar num palácio tão magnífico, tão habilmente projetado e ricamente bem-acabado – e não poder contemplá-lo por inteiro justamente por morar nele.
“O mais pobre cidadão tem o privilégio que eu não tenho”, dizia ele: “apreciar a beleza exterior do meu palácio a partir da rua, da lavoura, de qualquer janela. Reinvindico para mim esse direito”.
Ele pediu aos três homens mais sábios do seu reino que produzissem uma solução para o seu problema.
O primeiro propôs envolver o palácio numa gigantesca muralha revestida de espelhos na parte de dentro. “Dessa forma”, disse ele, “não só o príncipe poderá apreciar o reflexo do seu próprio palácio de todas as janelas, como o cidadão comum será impedido de desfrutar o que só condiz a um príncipe”.
O segundo apresentou o projeto de uma réplica exata do palácio a ser construída num ponto privilegiado próximo dali, que poderia ser facilmente desapropriado para esse fim. “Assim o príncipe poderá, dia e noite, apreciar em toda a sua glória uma imagem fiel do seu próprio palácio”.
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Pois é, fiz só até aqui. Tive essa idéia há semanas mas não consigo pensar num final decente para a história do príncipe e do palácio. Se você puder pensar em alguma coisa pra me ajudar a terminar, deixe por favor num comentário.

Alice
Porque vc não faz um fim clássico, em que o terceiro sábio ofereceu a idéia dele morar alguns dias fora do palácio, na casa de um dos seus mais pobres servos. De lá, ele poderia admirar o palácio. Depois disso ele pode ver os privilégios que tinha vivendo no palácio e ser um rei bem mais “bonzinho”. Manja? Tipo o Cuzco. Fim super clássico.. pra não dizer manjado
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Paulo [brabo!]
O que pensei não era muito diferente, mas menos edificante:
Assim, abrupto. Mas ainda não está bom.
Flávia (FRÁÁÁÁ)
E se fosse um final mais “angelical”, do tipo:
O terceiro sugeriria q o rei fizesse um passeio pelo Reino, a fim de ver não só a beleza do seu palácio, mas também das lavouras, das brincadeiras das crianças, de um bom e velho artesão fazendo um cesto… etc. E então se daria conta de tudo isso é mto mais belo e significativo do q o seu “palácio de pedras”.
Mto meloso acho… não parece coisa do Paulão… mas é uma idéia!!!
Alice
Paulo [brabo!]
Ei Flávia,
A sua segunda idéia é a que eu gostei mais. A frase “a beleza de dentro poderia ser vista de fora e a de fora por dentro” ficou bem massa. Talvez seja essa a idéia que estava faltando…
Flávia (FRÁÁÁÁ)
Fofo!
A “segunda” idéia não foi minha!
Foi da Alice!!! E a frase é TOTAL mesmo!!!
Apoiado!
Alice
Flavia, obrigada por me dar o credito pela minha ideia. Se o Paulo tivesse notado que era minha nao tinha elogiado tanto… ( brincadeira!).
Paulo, estou lendo a sua Bacia da Virginia, onde o computador nao tem acento nem til, mas tudo aqui e total. Abracos pra todos.
Paulo [brabo!]
Alice,
Se soubesse que a idéia era sua teria elogiado mais ainda, porque nunca esperaria uma idéia tão boa de você
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Alice
Paulo [Bauru]
Alice, eu adorei sua segunda idéia. Ela inibe qualquer tentativa de se pensar em uma outra. Esta acima de qualquer tipo de comentário.:wink:
Alice
Obrigada, Paulo.
Alexsandro
Que tal um final cômico?
Chega um dos conselheiros, mais maluco e diz para o principe largar de frescura. Tipo assim:
- Ó querido soberano, queira por favor largar de frescura, vá até a rua e simplesmente olhe para a edificação.