Michael Moore, o polêmico cineasta que acaba de lançar nos Estados Unidos o ácido documentário Fahrenheit 9-11, está encorajando a confecção e a divulgação de cópias não-comerciais (piratas?) do seu filme:
“Não concordo com as leis de copyright e não tenho problema com a idéia das pessoas baixando e compartilhando o filme pela internet, desde que não tentem extrair lucro do meu trabalho: a isso eu me oporia. Já ganho o bastante e fiz esse filme porque quero ver o mundo mudar. Quanto mais pessoas o virem, melhor, por isso fico feliz que esteja acontecendo.”

