Conta meu irmão Marco Antonio Lehr que certa vez, num bailão no Mato Grosso do Sul, um sujeito aproximou-se de uma balzaquiana que ninguém ainda tinha tirado para dançar e arriscou:
– Vamo dançá, sinhorita?
Ela despejou:
– Meu nome num é sinhorita, meu nome é Bastiana; e eu num dánso, porque se eu dánso eu cánso, e se eu cánso eu sôo, e se eu sôo eu fédo, e se eu fédo, ninguém me sopórta.


Flávia Fráá [Piraquara]
Que mulher consciente! “Boa Bastiana!” É isso aí!:lol:
Alice
Sincera a Bastiana.:roll:
marco lehr
Purinho, a Bastiana mora no Mato Grosso, lá em Cuiabá, onde se fala com o acento aberto. Quem mora no sul somos nós. Apareça.
marco lehr
Silvana
:lol::lol::lol::lol::lol:
Celma
Bastiana é maravilhosa, o falar regionalista me encantou.