Creio que foi sábado retrasado que meu pai me passou uma ligação e era, para minha surpresa, meu amigo de infância Paulo Henrique.
Embora tenhamos trocado recentemente algumas mensagens de e-mail, ainda não cumpri minha promessa de visitar o Paulo em Bauru, então foi através desse telefonema que pela primeira vez ouvi a voz do meu amigo desde o começo da década de 1980.
Conversamos longamente, e o Paulo se mostrou o mesmo sujeito generoso e tranqüilo que lembro que era. No princípio foi difícil conversar com uma voz de homem adulto quando a imagem que tenho do Paulo ainda é a do menino de pouco mais de dez anos, mas logo me conformei. O Paulo queria saber porque eu “andava sumido”, eu que tinha dito que queria vê-lo ainda em agosto passado. Ele exige saber quando vou passar uma semana com ele, para conhecer a esposa, as crianças, a escola e rever a velha Bauru.
O Paulo perguntou muito sobre mim, preocupado com meu bem-estar. Não pude deixar de pensar que, mesmo diante da distância e dos anos, meu amigo ainda se preocupa em cuidar de mim como sempre fez.
Velho amigo, reconheço sim a sua voz.
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Lauriza
Verdadeiros amigos permanecem unidos através dos anos e da distância. Que linda a amizade de vocês… emociona.
Paulo [Bauru]
Interessante. Estou atualmente lendo o livro “O Pensamento que faz a Diferença”, de John C. Maxwell, e na página 239 lê-se, entre outros, o seguinte: “Não há ocupação mais nobre no mundo do que dar assistência a outro ser humano – ajudar outra pessoa a ser bem-sucedida” – Alan Loy McGinnis.
Mais uma vez, sem querer, pude ofertar ao meu velho amigo (agora também com uma voz de homem adulto) algo para ser registrado na Bacia. Fico muito feliz!!!
Paulo [brabo!]
É, amigão. O livro que eu estou lendo, O Senhor dos Anéis e a Bíblia, diz o seguinte:
E ainda: