A Bacia das Almas é repositório final de ideias condenadas à reformulação eterna.

Traduzindo Borges ,,,

Jorge Luis Borges

 

Lembro que quando comecei a escrever não se pensava no sucesso ou no fracasso de um livro. O que se chama de “sucesso” não existia naquele tempo, e o que se chama de “fracasso” era tido como certo. Um autor escrevia para si mesmo e, quem sabe (como Stevenson costumava dizer), para um pequeno grupo de amigos. Hoje, por outro lado, se pensa nas vendas. Sei que há autores que anunciam publi­ca­mente o lan­ça­mento de uma quinta, sexta ou sétima edição, e que ganharam esta ou aquela soma de dinheiro. Isso teria parecido intei­ra­mente ridículo quando eu era jovem; teria parecido incrível. As pessoas teriam pensado que o escritor que diz o quanto ganhou com seus livros está na verdade dizendo: “Sei que o que escrevo não tem qualidade, mas o faço por motivos finan­cei­ros ou porque tenho de sustentar minha família”. Vejo na atitude quase uma forma de modéstia. Ou de estupidez pura e simples.

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Três coisas que a cultura do automóvel pode ter feito você esquecer

 

Como carecemos de histórias milenares e de longas dinastias que justifiquem os nossos temperamentos, nas Américas adotamos desde cedo uma nova mitologia, uma narrativa orientadora que alongamos dos descobrimentos e das caravelas: a ideia de que ocupar espaços – em alguns casos, simplesmente transpor espaços – é uma coisa boa, suficiente e admirável.

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ManuscritosPense comigo ,,,,,,,,,,

 

Como carecemos de histórias milenares e de longas dinastias que justifiquem os nossos temperamentos, nas Américas adotamos desde cedo uma nova mitologia, uma narrativa orientadora que alongamos dos descobrimentos e das caravelas: a ideia de que ocupar espaços – em alguns casos, simplesmente transpor espaços – é uma coisa boa, suficiente e admirável.

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PolíticaTraduzindo Borges ,,,,

Creio que eu e Julio Cortázar pro­fes­sa­mos visões políticas muito dife­ren­tes. Mas também creio que, no fim das contas, opiniões são a coisa mais super­fi­cial a respeito de qualquer pessoa.
Jorge Luis Borges

 

Ah, meu caro Borges! O que seria do mundo se ado­tás­se­mos a sua lucidez? Citado em Seven Con­ver­sa­ti­ons with Jorge Luis Borges, de Fernando Sorrentino.

Perdão e poder

Não é de estranhar que Jesus de Nazaré tenha se recusado a reduzir a virtude a um conjunto con­for­tá­vel de regras; não é de estranhar que ele tenha se negado fir­me­mente a indicar que a conduta do reino pudesse ser domada em normas ou esgotada pela obe­di­ên­cia passiva. Essas suas cautelas se enquadram de modo natural em seu projeto de rejeitar o uso de qualquer fer­ra­menta de mani­pu­la­ção e de poder. Legislar é poder, legislar é con­di­ci­o­nar, e nada está mais distante da postura que Jesus assumiu para si mesmo e sonhou para os seus amigos.

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Manuscritos ,,,,,

Não é de estranhar que Jesus de Nazaré tenha se recusado a reduzir a virtude a um conjunto con­for­tá­vel de regras; não é de estranhar que ele tenha se negado fir­me­mente a indicar que a conduta do reino pudesse ser domada em normas ou esgotada pela obe­di­ên­cia passiva. Essas suas cautelas se enquadram de modo natural em seu projeto de rejeitar o uso de qualquer fer­ra­menta de mani­pu­la­ção e de poder. Legislar é poder, legislar é con­di­ci­o­nar, e nada está mais distante da postura que Jesus assumiu para si mesmo e sonhou para os seus amigos.

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PINÇADA DOS ARQUIVOS:
A carta roubada, 2

– Num berço de palhas dormia Jesus – canta a voz insegura do garotinho de três anos, capturada na velha fita cassete.

A minha voz.

Em comum com os romanos e bárbaros, posso ter também adotado o cristianismo cedo demais. Versões disneyficadas da vida de Jesus foram impressas em mim muito antes que eu pudesse conceber Jesus como o homem completo e complexo que espreita nas páginas do Novo Testamento.

Em retrospecto, eu estava pronto para admitir Jesus como Deus muito antes de ser capaz de reconhecê-lo como pessoa notável, divulgador de idéias incomuns, proponente de improvável estilo de vida. Pensar em Jesus como Deus logo cedo foi, para mim, parte fundamental estratégia de anular qualquer coisa que ele tivesse dito, feito e exigido.

Afinal de contas o sujeito era Deus; maior contraste entre ele e os homens não poderia haver. Nada que dizia respeito a ele poderia vir jamais a dizer respeito a mim. Aceitando Jesus como Deus eu havia, paradoxalmente, sido imunizado contra suas palavras e suas idéias e sua vida e seu exemplo – contra a sua pessoa.

A divindade de Jesus permanecia, no entanto, coisa ligada à religião que eu professava, e não a qualquer convicção pessoal. Era a “crença correta”, requisito para que eu me mantivesse sensatamente ligado à religião dos meus pais sem causar maiores problemas a eles e a mim.

Quando encontrei-me finalmente, depois de evitá-lo por muitos anos e de todas as formas, aos pés do Jesus homem; quando senti-me definitivamente esmagado pela singularidade do seu pensamento, de suas demandas e sua conduta; quando vi-me diante do personagem complexo e inclassificável, do caráter puro, espertíssimo e irascível, do homem inteiramente terno, intransigente, flexível e irrefreável; somente então a possibilidade daquele sujeito ser realmente Deus cruzou minha mente e meu coração.

Descobri que não havia ninguém que eu admirasse mais do que o louco crucificado, e pela primeira vez sua vida pesava para mim tanto quanto sua morte.

Somente alguém que ousou ser e provar-se tão formidavelmente homem tinha cacife – intuí num momento vertiginoso – para afirmar-se Deus.

* * *

A despeito dessa nova paixão pelo esquivo Jesus que viveu, morreu e – se tudo der certo – ressuscitou há dois mil anos, o mecanismo de racionalização é tão forte dentro de mim quanto jamais foi. Mais do que nunca, na verdade, sinto agora que preciso me proteger da terrível influência gravitacional do sujeito que me dispus a seguir – caso contrário, eu sei, ele vai exigir tudo de mim.

Eu sei como Jesus pensa.

Se ele permanecer exigindo tudo de mim existe a chance, embora remota, de eu me tornar a sombra do homem que ele foi. Ele sabe que essa é na verdade a minha única chance, mas nós dois sabemos que eu farei tudo para evitá-la.

* * *

- Verificaram o assoalho, embaixo dos tapetes?

- Sem dúvida. Tiramos todos os tapetes e examinamos as tábuas do assoalho com o microscópio.

- E o papel das paredes?

- Também.

- Deram uma busca no porão?

- Demos.

- Então – disse eu – os senhores se enganaram, pois a carta não está na casa, como o senhor supõe.

- Temo que o senhor tenha razão quanto a isso – concordou o delegado. – E agora, Dupin, o que é que aconselharia fazer?

- Uma nova e completa investigação no edifício.

- Isso é inteiramente inútil. Não estou tão certo de que respiro como de que a carta não está no hotel.

- Não tenho melhor conselho para dar-lhe – disse Dupin.

* * *

A racionalização é o nosso meio de permanecer a salvo da verdade, e sua ferramenta mais engenhosa é a familiaridade.

Jesus, que era malandro o bastante para saber o quanto somos malandros, deixou patente não ignorar a existência desses mecanismos. Ele alertou mais de uma vez que, patifes como somos, faríamos qualquer coisa para evitar o confronto com a verdade – até mesmo nos habituarmos irremediavelmente a ela.

* * *

Por cinco vezes, no quinto capítulo do evangelho de Mateus, o rabi de Nazaré recorre à mesma estrutura de argumentação, que começa com “Vocês ouviram o que foi dito…” e é completada com “eu porém digo a vocês…”

Vocês ouviram o que foi dito aos antigos: “não cometa homicídio”, e “qualquer um que comete assassinato está sujeito a julgamento”. Eu porém digo a vocês que qualquer pessoa que sem razão ficar com raiva do seu semelhante está sujeita a julgamento. Qualquer um que disser ao seu semelhante: “raca/seu inútil”, está sujeito ao supremo tribunal. Qualquer um que disser: “seu louco”, está sujeito ao fogo do inferno (vv.21,22).
Vocês ouviram o que foi dito aos antigos: “não cometa adultério”. Eu porém digo a vocês que qualquer homem que olha para uma mulher com o fim de desejá-la já adulterou com ela no seu íntimo (vv.27,28).

O leitor pode muito bem ficar com a impressão que Jesus está contrastando um ensino ultrapassado e anterior (“vocês ouviram o que foi dito”) com a sua nova e mais esclarecida doutrina (“mas eu digo a vocês”).

Ele, porém, era mais sutil do que isso.

Jesus está, entre outras coisas e à sua maneira codificada, denunciando e expondo a nossa tendência de reduzir um delicado desafio moral a uma fórmula simplória que nos permita contornar a complexidade do problema.

Você pensa que está seguro se não cair no adultério nu e cru; crê que está a salvo se resistir bravamente à tentação de abrir com um machado a cabeça de quem o incomoda. Jesus exige que você pense duas vezes. O rabi não está, e havia acabado de enfatizar isso, substituindo um mandamento por outro, supostamente mais requintado e melhor formulado.

Não pensem que eu vim invalidar a Lei ou os Profetas. Eu não vim desfazê-los, vim levá-los ao seu cumprimento completo. É como eu estou dizendo: até que o céu e a terra desapareçam, nem a menor letra ou vírgula serão tirados da Lei, sem que tudo aconteça (vv.17,18).

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Jesus não tem qualquer pretensão de promulgar uma nova lei. Ao contrário; ele está argumentando furiosamente que, quando o reduzimos a uma fórmula com a qual sentimos que podemos conviver, demonstramos que não entendemos o mandamento na primeira vez.

Fé e Crença

– Num berço de palhas dormia Jesus – canta a voz insegura do garotinho de três anos, capturada na velha fita cassete.

A minha voz.

Em comum com os romanos e bárbaros, posso ter também adotado o cristianismo cedo demais. Versões disneyficadas da vida de Jesus foram impressas em mim muito antes que eu pudesse conceber Jesus como o homem completo e complexo que espreita nas páginas do Novo Testamento.

Em retrospecto, eu estava pronto para admitir Jesus como Deus muito antes de ser capaz de reconhecê-lo como pessoa notável, divulgador de idéias incomuns, proponente de improvável estilo de vida. Pensar em Jesus como Deus logo cedo foi, para mim, parte fundamental estratégia de anular qualquer coisa que ele tivesse dito, feito e exigido.

Afinal de contas o sujeito era Deus; maior contraste entre ele e os homens não poderia haver. Nada que dizia respeito a ele poderia vir jamais a dizer respeito a mim. Aceitando Jesus como Deus eu havia, paradoxalmente, sido imunizado contra suas palavras e suas idéias e sua vida e seu exemplo – contra a sua pessoa.

A divindade de Jesus permanecia, no entanto, coisa ligada à religião que eu professava, e não a qualquer convicção pessoal. Era a “crença correta”, requisito para que eu me mantivesse sensatamente ligado à religião dos meus pais sem causar maiores problemas a eles e a mim.

Quando encontrei-me finalmente, depois de evitá-lo por muitos anos e de todas as formas, aos pés do Jesus homem; quando senti-me definitivamente esmagado pela singularidade do seu pensamento, de suas demandas e sua conduta; quando vi-me diante do personagem complexo e inclassificável, do caráter puro, espertíssimo e irascível, do homem inteiramente terno, intransigente, flexível e irrefreável; somente então a possibilidade daquele sujeito ser realmente Deus cruzou minha mente e meu coração.

Descobri que não havia ninguém que eu admirasse mais do que o louco crucificado, e pela primeira vez sua vida pesava para mim tanto quanto sua morte.

Somente alguém que ousou ser e provar-se tão formidavelmente homem tinha cacife – intuí num momento vertiginoso – para afirmar-se Deus.

* * *

A despeito dessa nova paixão pelo esquivo Jesus que viveu, morreu e – se tudo der certo – ressuscitou há dois mil anos, o mecanismo de racionalização é tão forte dentro de mim quanto jamais foi. Mais do que nunca, na verdade, sinto agora que preciso me proteger da terrível influência gravitacional do sujeito que me dispus a seguir – caso contrário, eu sei, ele vai exigir tudo de mim.

Eu sei como Jesus pensa.

Se ele permanecer exigindo tudo de mim existe a chance, embora remota, de eu me tornar a sombra do homem que ele foi. Ele sabe que essa é na verdade a minha única chance, mas nós dois sabemos que eu farei tudo para evitá-la.

* * *

- Verificaram o assoalho, embaixo dos tapetes?

- Sem dúvida. Tiramos todos os tapetes e examinamos as tábuas do assoalho com o microscópio.

- E o papel das paredes?

- Também.

- Deram uma busca no porão?

- Demos.

- Então – disse eu – os senhores se enganaram, pois a carta não está na casa, como o senhor supõe.

- Temo que o senhor tenha razão quanto a isso – concordou o delegado. – E agora, Dupin, o que é que aconselharia fazer?

- Uma nova e completa investigação no edifício.

- Isso é inteiramente inútil. Não estou tão certo de que respiro como de que a carta não está no hotel.

- Não tenho melhor conselho para dar-lhe – disse Dupin.

* * *

A racionalização é o nosso meio de permanecer a salvo da verdade, e sua ferramenta mais engenhosa é a familiaridade.

Jesus, que era malandro o bastante para saber o quanto somos malandros, deixou patente não ignorar a existência desses mecanismos. Ele alertou mais de uma vez que, patifes como somos, faríamos qualquer coisa para evitar o confronto com a verdade – até mesmo nos habituarmos irremediavelmente a ela.

* * *

Por cinco vezes, no quinto capítulo do evangelho de Mateus, o rabi de Nazaré recorre à mesma estrutura de argumentação, que começa com “Vocês ouviram o que foi dito…” e é completada com “eu porém digo a vocês…”

Vocês ouviram o que foi dito aos antigos: “não cometa homicídio”, e “qualquer um que comete assassinato está sujeito a julgamento”. Eu porém digo a vocês que qualquer pessoa que sem razão ficar com raiva do seu semelhante está sujeita a julgamento. Qualquer um que disser ao seu semelhante: “raca/seu inútil”, está sujeito ao supremo tribunal. Qualquer um que disser: “seu louco”, está sujeito ao fogo do inferno (vv.21,22).
Vocês ouviram o que foi dito aos antigos: “não cometa adultério”. Eu porém digo a vocês que qualquer homem que olha para uma mulher com o fim de desejá-la já adulterou com ela no seu íntimo (vv.27,28).

O leitor pode muito bem ficar com a impressão que Jesus está contrastando um ensino ultrapassado e anterior (“vocês ouviram o que foi dito”) com a sua nova e mais esclarecida doutrina (“mas eu digo a vocês”).

Ele, porém, era mais sutil do que isso.

Jesus está, entre outras coisas e à sua maneira codificada, denunciando e expondo a nossa tendência de reduzir um delicado desafio moral a uma fórmula simplória que nos permita contornar a complexidade do problema.

Você pensa que está seguro se não cair no adultério nu e cru; crê que está a salvo se resistir bravamente à tentação de abrir com um machado a cabeça de quem o incomoda. Jesus exige que você pense duas vezes. O rabi não está, e havia acabado de enfatizar isso, substituindo um mandamento por outro, supostamente mais requintado e melhor formulado.

Não pensem que eu vim invalidar a Lei ou os Profetas. Eu não vim desfazê-los, vim levá-los ao seu cumprimento completo. É como eu estou dizendo: até que o céu e a terra desapareçam, nem a menor letra ou vírgula serão tirados da Lei, sem que tudo aconteça (vv.17,18).

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Jesus não tem qualquer pretensão de promulgar uma nova lei. Ao contrário; ele está argumentando furiosamente que, quando o reduzimos a uma fórmula com a qual sentimos que podemos conviver, demonstramos que não entendemos o mandamento na primeira vez.

Goiabas Roubadas ,,,,,,,,,

T. S. Eliot

 

O ciclo sem fim de ideia e ação,
Invenção sem fim, expe­ri­men­ta­ção sem fim,
Produz saber do movimento, mas não do repouso;
Conhe­ci­mento da fala, mas não do silêncio;
Conhe­ci­mento das palavras, e igno­rân­cia da Palavra.
Todo o nosso conhe­ci­mento nos leva mais perto da morte,
Mas uma pro­xi­mi­dade da morte em nada mais próxima de Deus.
Onde está a vida que perdemos vivendo?
Onde está a sabedoria que perdemos no conhe­ci­mento?
Onde está o conhe­ci­mento que perdemos na infor­ma­ção?
Os ciclos celestes de vinte séculos
Nos trazem mais longe de Deus e mais perto do Pó.

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Goiabas Roubadas ,,,,,,,,,,,
«E curtir as coisas é ser como uma máquina?»

ANDY WARHOL. Alguém disse que Brecht queria que todo mundo pensasse da mesma forma. Eu quero que todo mundo pense da mesma forma. Brecht queria isso de algum modo através do comunismo. Mas aqui isso está acon­te­cendo espon­ta­ne­a­mente, sem a inter­ven­ção de um estado rígido. E se está fun­ci­o­nando sem qualquer esforço, porque não fun­ci­o­na­ria sem que nos tornemos comu­nis­tas? Todo mundo se parece entre si e age de modo seme­lhante, e estamos ficando cada vez mais assim. Eu acho que todos deveriam ser máquinas. Acho que todo mundo deveria curtir todo mundo.

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Manuscritos ,,,,,,,,,,,,,,,,,

A primeira coisa é você não enganar a si mesmo; e ninguém você engana com mais faci­li­dade do que a si mesmo.
Richard Feynman

 

Não enten­de­mos a realidade dire­ta­mente, mas inter­me­di­ada por discursos, pre­con­cep­ções e filtros – óculos ide­o­ló­gi­cos que deter­mi­na­das dis­ci­pli­nas chamam de modelos. Modelos con­cei­tu­ais explicam para nós a realidade mesmo quando não pensamos neles; na verdade, sua eficácia está ligada ao fato de que deter­mi­na­dos modelos nos parecem tão naturais que não requerem reflexão. Cremos que estamos olhando o mundo dire­ta­mente, e esque­ce­mos que estamos usando os óculos de deter­mi­nada ideologia.

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Fron­tis­pí­cio

Esta foi feita a partir do frontispício de Theodor de Bry para Americae Tertia Pars (1592) – o terceiro volume de sua série de Viagens, este inspirado pelas aventuras no Brasil de Hans Staden e Jean de Léry. Descriptio Morum & Ferocitatis.

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Ilustração ,

Esta foi feita a partir do frontispício de Theodor de Bry para Americae Tertia Pars (1592) – o terceiro volume de sua série de Viagens, este inspirado pelas aventuras no Brasil de Hans Staden e Jean de Léry. Descriptio Morum & Ferocitatis.

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A Bacia das Almas adverte: desta vida tudo se leva.


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