A Bacia das Almas pede humildemente a incredulidade do leitor

PINÇADA DOS ARQUIVOS:
O enigma de Páris, parte 2

(continuação da parte 1)

O problema está, evidentemente, na diferença aparentemente irreconciliável de visão de mundo, de mindset, entre homens e mulheres (na nossa discussão, entenda por favor “homem” e “mulher”, como arquétipos universais, símbolos, não necessariamente entidades reais. Antes que alguém me acuse de generalização – bem, tarde demais pra isso – quero lembrar que o poder do mito, e de toda boa ficção, está nisso mesmo: tocar cordas específicas da experiência real através de personagens e situações simbólicas).

Para tentar deslindar o enigma de Páris, deixe-me introduzir

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A Bacia das Almas não tem grandes ilusões, mas tem muitas pequenas


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